DEVANEIOS

Eu vivo a cultuar tua lembrança, e o meu ser de esperanças se alimenta. Meu ensejo, porém já não te alcança. Onde estarás, oh minha tormenta. Fiquei só, e reconheço a minha culpa, pois tudo na vida, afinal tem o seu preço. A moeda falsa, por pouco tempo circula. Sofro agora, mas sofro porque mereço.
(Texto: Guilherme Köhn)
Amor... veja que céu lindo, amanheceu,
o sol brilhando... os pássaros cantando...
Será, meu amor, que você não percebeu,
que apenas meu coração está chorando?
Uma nuvem branca, no alto se desfaz,
assim como nosso amor se desmanchou.
Sou agora, um prisioneiro contumaz,
da solidão ingrata, que você me condenou...
Você foi, cruel e incompreensiva,
não me deixando qualquer alternativa...
mas ainda te amo, que tolo sou.
Minha esperança, não passa de quimera,
e o suave perfume, desta manhã de primavera,
é tudo que resta, de um amor que se acabou.
... /// ...
Comentários
Postar um comentário