QUERÊNCIA DE AMOR

Vem, e traga-me tuas mãos cansadas, de tatear a vida em busca de sonhos. Te ofereço, por experiências passadas, o meu mundo, talvez mais risonho. Te ofereço, uma sombra, à beira de uma estrada, onde descansa o andarilho errante. Minha oferta é quase nada, mas é tudo que tenho, doce amada, e que do teu amor sou aspirante.
(Texto: Guilherme Köhn)
Depois de tantos momentos sofridos,
quero confessar-lhe meu grande amor,
e com a boca colada em seus ouvidos,
dizer-lhe baixinho, quero, por favor...
quero outra vez mergulhar meu desejo
no abismo rubro da sua boca,
e na vertigem de um longo beijo,
sentir aquela ânsia louca,
de provar, delicioso e envolvente,
esse corpo, que é meu,
em cada minuto somos amantes;
pois eu amo você, e juro por Deus,
que em cada instante,
do meu passado, esse amor não morreu.
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