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Mostrando postagens de outubro, 2018

MONÓLOGOS

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          Monólogos, são pensamentos que brotam espontaneamente do nosso interior.  São inspirações.  Podem ser dramáticos ou suavemente poéticos.  Pode ser também um diálogo consigo mesmo, ou seja, quando alguém conversa com seu próprio eu.  "Mono", significa "um";  e "logos", significa "palavra", ou "ideia".   Pode ser teatral, quando o ator pratica um solilóquio, isto é, verbaliza de forma dramática o pensamento de um personagem qualquer.  O mesmo que monólogo.          POETA        (Guilherme Köhn) Poeta não chora, faz versos. Ele traz no peito calado,  talvez um coração cheio de dor. Vive de reviver o passado,  iludindo o tempo presente. Quase estar contente. Poeta, É um eterno apaixonado, que exalta em versos,  o seu amor frustrado. Sonha, mesmo acordado. Ama, sem ser amado. Poeta,  Sabe falar de amor; ...

VERSIFICANDO

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          A versificação pode ser estudada tecnicamente como matéria da língua portuguesa, ou praticada livremente pelo simples prazer de versificar. É o meu caso. Eu sou aquilo que faço, e não importa que eu tenha 10, 20 50 ou 80 anos de idade.  Serei sempre uma espécie de secretário de mim mesmo.  Gosto de escrever, em verso ou em prosa.            Não sei pintar com um pincel, mas sei pintar com palavras. Aprecio também o que outras pessoas escrevem ou falam, e assim, penso que interagimos com nossos interesses hobbistas.  VIDA DE SOLTEIRO (Guilherme Köhn) Se a vida de casado é boa,  a de solteiro é melhor; mas quando essa vida enjoa,  se torna muito pior. O solteiro hoje em dia,  é moderno e diferente; o amor não tem garantia, não é como antigamente. Vive morrendo o solteiro, de amores a todo momento; além de gastar dinheiro, com muito divertime...

IDADE DOS DEVANEIOS

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          Devaneio é próprio da juventude.  É uma idade onde o ser humano se deixa levar pela imaginação, pelos sonhos e por paixões profundas.  Devaneios são fantasias, são loucuras, tudo em nome do amor paixão;  são utopias ilusórias.  É também a idade da impulsividade que pode resultar em sublimações ou fracassos.  Só depende de cada pessoa.  Tudo isso existe, mas é passageiro como a nossa própria vida.  O devaneio amadurece e se transforma, geralmente para melhor. A UM GRANDE AMOR (Guilherme Köhn) Eu te amo tanto, minha querida, não tenho palavras nem gestos. E não existe mais doce na vida, que os beijos que já me destes. Eu te amo tanto, tanto, tanto, como tudo que ama neste mundo; como a noite às estrelas,  e as flores o solo fecundo. E o perfume do teu corpo divino, guardado está, na minha lembrança; é minha prece, meu sonho, é meu hino. Saudades tenho, desta bem aventu...